Os méritos de Celso Roth

O Gre-Nal 388 foi de Celso Roth. Folclórico personagem do futebol gaúcho, geralmente contestado, rotulado como "retranqueiro", Roth foi o grande vencedor do último clássico que tem como costume parar o Rio Grande do Sul. Uma semana com portões fechados no Olímpico foi suficiente para ele montar um outrora criticado 4-2-3-1 convincente e objetivo.

Do outro lado do clássico, Dorival Júnior, espantado, tentava desatar o nó tático que o adversário impusera ao seu Internacional. Em vão. Os três meias gremistas passaram o jogo inteiro a confundir a marcação colorada. Marquinhos, autor do primeiro gol, Douglas, autor do segundo, e Escudero, de intensa movimentação, surpreendiam com facilidade constrangedora os volantes de Dorival. A ausência de Gilberto Silva, lesionado, não era esperada, mas passa por este fato o ingresso de Fernando, que garantiu maior agilidade no setor de meio-campo. A escolha foi dele, Celso Roth.

Ao Grêmio uma derrota significaria habitar a zona de rebaixamento. Ao Inter, tido como franco favorito, vindo de um título da Recopa Sul-Americana, a vitória era sinônimo de afirmação, indispensável para entrar de vez na briga por uma vaga na Libertadores. Conhecedor da "aldeia", Roth tinha plena consciência de que, em Gre-Nal, a história de favoritismo não adentra às quatro linhas. Sabia que a motivação era o fator fundamental, e fez questão de colocar em campo seu Grêmio, deficiente tecnicamente, com base na superação.

Deu certo. Como se diz no futebol, o Grêmio não apenas venceu, mas convenceu. Jogou mais, teve as melhores chances, controlou o jogo em seus principais momentos e encerrou o primeiro turno com uma vitória. Mais do que isso, terminou a primeira metade do campeonato com forte esperança de que a briga contra o rebaixamento pode ser vencida. Existem méritos. No Gre-Nal 388, a maioria deles foi de Celso Juarez Roth.

@CrisOliveira_89
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A marcação de Seleção

Neste ultimo dia 28 de Agosto, presenciamos mais um grenal. Este foi o de número 388 e mais um imprevisivel como todos.
O que nós já sabíamos era que seria um jogo de pegada como é de praxe aqui no sul. Mas o que não esperávamos era que uma das marcações do jogo iria se destacar, a de Saimon em cima de Leandro Damião.
Damião, um jogador de destaque no cenário nacional e que naquela semana já tinha se destacado pelos seus gols no titulo colorado, contra o Independiente da argentina. Este sim, um jogador de seleção e que já teve inúmeras propostas da Europa.
A outra face da marcação, é o zagueiro Saimon, um zagueiro da base do Grêmio e que esteve na seleção de base do Brasil, mas que agora já não faz parte dos planos de Ney Franco.

Pela apresentação dos jogadores, podemos concordar que Leandro Damião pode se dar bem pra cima do jovem zagueiro. Mas foi completamente diferente. Saimon não deixou o atacante colorado se mexer em campo, estando em cima de todas as jogadas, para que Leandro não tenha espaço para criar as jogadas de perigo do Inter.
Faço minhas as palavras de Dorival Junior, que um time entrou para jogar e o outro entrou para vencer. O time do inter entrou sem a mínima vontade de ganhar a partida, muito também pelos seus desfalques e a "ressaca" do titulo da Recopa. Pois bem, desculpas ali, desculpas aqui, foi o Grêmio que entrou com a vontade de sair da situação onde se encontra e embalar de vez umas rodadas de vitorias. Agora, esperamos as próximas partidas para saber se vai se confirmar ou não.

Jonatas Oliveira

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Superação Tricolor

A cada Grenal criam-se novas histórias tanto para os torcedores quanto para os jogadores. Futebol às vezes é tão improvável, e um bom exemplo disso foi o clássico 388 do último domingo, 28 de agosto.

O Internacional está em uma fase visivelmente superior ao Grêmio, além de seu elenco competente, contam com a ótima fase do atacante Leandro Damião. No entanto, Grenal é um clássico tão de “vida ou morte”, que vai além da qualidade dos jogadores, pois um time acima de tudo tem que demonstrar vontade e acreditar na vitória por mais difícil que seja.

O jogo foi resumido em duas palavras: vontade e superação. O Grêmio transpareceu uma vontade imensa de ganhar o clássico, jogou como se fosse o último jogo da equipe, quase uma final de copa do mundo. Fatos como a maneira em que o zagueiro Saimon vibrou ao impedir o meia Oscar de cruzar a bola na área gremista, e o ajoelhar-se do goleiro Victor no momento em que o meia Douglas cobrou o pênalti, demonstraram que o resultado era tão importante para eles, quanto para a torcida gremista.

Qualidade, bom elenco e boa técnica, são pré-requisitos para um time alcançar o objetivo; contudo, não basta ser bom, é preciso ter vontade de vencer. A equipe colorada já demonstrou em outras ocasiões que quando se quer muito vencer, nada é impossível; entretanto, esta foi a vez da equipe gremista, e que sirva de exemplo não somente para o futebol gaúcho, e sim para o futebol brasileiro, pois um jogo vencido na base da superação torna-se um espetáculo que orgulha a torcida, e enche os olhos de quem admira o esporte.


Edna Alves.

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Incertezas.

Nesse Grenal brilhou as incertezas, digo incertezas pois o Grêmio não era o favorito, o Internacional veio de uma final vitoriosa da Recopa Sul-Americana com uma atuação de gala de Leandro Damião, assim colocando um possível medo no time da Azenha, que acarretava resultados ruins e péssimas atuações .
Os problemas começaram a aparecer como soluções, no começo da partida quando o Grêmio atacava, causando uma pressão no Internacional. A primeira delas e a que mais me chamou a atenção foi Marquinhos e Douglas que podem jogar juntos sim, o time ao contrario do que dizia-se ficou rápido e ganhou técnica no meio, até a bola que antes não chagava no ataque, chegou.
Na zaga Saimon e Fernando mostraram que tem futuro, e precisam a sequência de jogos, e Escudero mostrou no ataque que veio como investimento e não como gasto.
O Inter por sua vez, mostrou que mesmo diante da torcida adversária tem postura em jogo, não se deixa abalar, Damião que fizera participação especial no jogo contra o Independiente recebeu marcação individual de Saimon e Vílson, assim deixando impossibilitado de definir situações de gol. Glaydson está fora dessa esperança, ele é criticado em todos jogos e fez pela critica no grenal, foi fraco e teve péssima atuação, já Índio mostrou que em grenais ele faz gols, mas ele e Bolivar na zaga é algo que precisa ser reformulado e Muriel em boa fase mostra que a renovação de Renan foi uma bola fora da direção vermelha.
O Grêmio ganhou, Damião não brilhou, Escudero apareceu, Muriel superou Renan e as incertezas fizeram-se realidade, mesmo que por um dia, mas fizeram.


Murilo Ramos .
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Vamos nos apresentar pessoal?

Nesses cursos o pessoal geralmente se apresenta... O que faz da vida, onde trabalhou, o que almeja ao fazer o curso, enfim. Como desta vez não ocorreram apresentações, vamos fazer por aqui gente? Sei lá, me sinto meio mal na aula, não sei o nome de ninguém, não conheço nenhum de vocês, seria interessante nos conhecermos melhor não acham? Afinal, daqui a pouco estamos virando companheiros de trabalho aí em alguma redação e nem reparando que fomos colegas de aula um dia.


Vou começar. Tenho 20 anos, e me envolvo com jornalismo desde a
pré-adolescência. Com 13 anos virei conselheiro jovem da Zero Hora. Com 14, colunista de um site de futebol. 15 anos, e a ZH me chamou para ser jornalista por um dia do caderno de esportes... Não teve jeito, o futebol acabou me conquistando. Sou vocalista de uma banda de rock, minha voz é o meu instrumento, com isso acabei me apaixonado pelo rádio e mais particularmente, por narração. Em 2008, ganhei um concurso de narração da Gaúcha, o “Gogó De Ouro”.



Atualmente, trabalho na E O Video Levou (HTTP://www.eovideolevou.com.br) faço a parte de marketing e redes sociais da empresa, mas ainda tenho contrato com o Esporte Interativo (HTTP://www.esporteinterativo.com.br) , onde até o ano passado, era colega do Cecconi como setorista do Grêmio, cheguei a ganhar o apelido de “cantor sertanejo” pelo Renato Gaúcho. Já trabalhei na Máquina do Cafézinho da Pop Rock também. Em breve estaremos iniciando um novo programa no E+I, o “Tim Torcidas”, aí voltarei ao “front” das reportagens ;)


Enfim, esse sou eu. Quero me qualificar com o curso, tinha grande curiosidade de assistir as aulas táticas do Cecconi, costumo ler o blog dele na globo.com e acho bastante interessante. Quanto ao Nando, sempre fui fã, então foi fácil decidir fazer o curso, é como unir o útil ao agradável!

Se apresentem aí pessoal!

Abraços!
Mauricio Trilha

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2a edição do Curso, Últimas vagas


Começa no próximo dia 23 o curso “Jornalismo Esportivo e Análise Tática” 2ª edição, com o apoio da ACEG (Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos) e aberto para qualquer um interessado no assunto.
A ideia é integrar cada vez mais o debate do jogo à linguagem jornalística e mostrar como funciona o processo da comunicação
Estudamos e debatemos conceitos de comunicação aplicados a exemplos práticos e a história dos sistemas táticos, suas evoluções e treinamento para identificar melhor o posicionamento tático das equipes.
Restam poucas vagas, portanto, se estiver interessado, não demore em fazer contato. As aulas serão somente à noite, nas terças-feiras.


JORNALISMO ESPORTIVO E ANÁLISE TÁTICA

PROFESSORES MINISTRANTES: NANDO GROSS e EDUARDO CECCONI.
1)   23/08/ 2011 – Das 20h às 23hs.
JORNALISMO ESPORTIVO (Teoria Geral / Nando Gross/) e EVOLUÇÃO TÁTICA (Eduardo Ceccoci)

2) 30/08/2011 – Das 20h às 23hs.
SISTEMAS TÁTICOS ATUAIS (Eduardo Cecconi)  -  REPORTAGEM ESPORTIVA  (Nando Gross)


3) 06/09/2011 – Das 20h às 23hs.
LINGUAGEM JORNALÍSTICA e APRESENTAÇÃO DE PROGRAMAS (Nando Gross) e TEORIA TÁTICA  (Eduardo Cecconi)

4) 13/09/2011 – Das 20h às 23hs.
TERMINOLOGIA TÁTICA E CONCEITOS DE TEORIA TÁTICA (Eduardo Ceccoci) e COMENTÁRIO ESPORTIVO (Nando Gross)

5) 20/09/2011 – Das 20h às 23hs
AULA PRÁTICA – JORNALISMO E ANÁLISE TÁTICA – (Nando Gross e Eduardo Cecconi)
Provas de jornalismo e análise tática.

Local: ACEG (Associação dos cronistas esportivos gaúchos) – Rua dos Andradas, 1270/ 13º andar – Centro.
Informações – Com Rodrigo De Ros, pelo telefone: 51. 99568885 ou pelo email rderos@gmail.com

·       Datas: 23 e 30/08 e 06, 13 e 20/09.
·       O curso vai acontecer sempre às terças  na sede da ACEG em Porto Alegre,  das 20h às 23h (Turno noturno).

Investimento – R$ 800,00



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